terça-feira, 5 de maio de 2009

Voltei!!!



Olá!!! Eu sei, eu sei. Passei muito tempo afastada, mas foi por uma boa causa! O mesmo trabalho dos últimos dois anos: BBB! Ser Redatora SMS no site da casa mais vigiada do Brasil me dá muito prazer. De verdade!

Ok, agora que já expliquei o motivo da minha ausência, falemos de outras coisas, certo? Alguma sugestão? Alguém? Alguém?


Posso falar da minha experiência traumática no Hopi-Hari. Tudo bem para vocês? O bom é que serve de aviso!


Última semana de trabalho, pensamos: “vamos viajar?”. Pensamos, pensamos e resolvemos: vamos para Campinas. Nosso destino é o Hopi-Hari! Passagem comprada, hotel reservado e muita, muita disposição. Bom, a aventura começou no taxi no caminho até o aeroporto. O motorista desceu a Linha Amarela a 160 km/h. Cheguei toda cagada! Mas a viagem nem tinha começado ainda. Pegamos o voo, chegamos em Campinas e Uhuuu! Mas, como nem tudo é o que parece, no aeroporto de Campinas compramos passagens rodoviárias. Mais 40 minutos e chegamos!


No Parque? Não, na Rodoviária! De lá, tínhamos que pegar outro ônibus até o Hopi-Hari. Mais 40 minutos de viagem! Só depois descobrimos que do Aeroporto ao parque são apenas 20 minutos! Mas não existe condução que faça esse trajeto. Ok, Ok, ainda estamos no Uhuuu! Chegamos. No inferno? Não, senhora, esse é o Hopi-Hari! Novecentas mil pessoas e filas intermináveis só para entrar. Uhuuu! Ainda tá legal.


Começa nossa aventura: nós entramos! “Vamos na montanha russa!”, estávamos virados e só ela poderia nos acordar. Certo? Sei lá! Só sei que, entre uma hora e meia de fila, a vontade única de ir embora ou de morrer pairava na mente. Nesse intervalo, um rapaz muito simpático nos oferece ingressos para a casa do terror dos caralho a quatro (não lembro o nome) só sei que ele disse que é de arrepiar. Compramos, tudo bem! Quase duas horas depois conseguimos andar na porra da montanha russa! Horrível. Rápida demais, uma mulher estúpida que não sabe comandar o brinquedo, enfim...


Fomos então para o horripilante castelo do terror, ao custo de R$ 7,00!!! Após meia-hora de filas e algumas caminhadas, descobrimos que simplesmente demos dinheiro para vermos três múmias de gesso. Uhuuu? Não, já deu.


Continuamos a andar, andar, filas, filas e mais filas até que resolvemos sair do parque. Queremos nosso hotel, por favor! Ao cruzar as portas, a surpresa! Onde eu pego taxi? “Aqui não passa”. Hum, entendo. Então onde eu pego ônibus? “Lamento, senhora, mas aqui não passa”. Que porra é essa? Lost? Uhuuu de cú é rola! Começa o desespero: mochila nas costas e pé na estrada!


Horas depois de muito sol e caminhada, uma alma generosa se oferece para nos levar até nosso destino ao custo de R$ 70,00!! E chega, né? Nosso passeio foi assim. O que salvou? Presença dos amigos, pois Campinas não tem nada para se fazer. Pena que a Sandy não é nossa amiga...


Moral da história: Nunca, nunca saia do Rio para ir ao Hopi-Hari. Nunca!


quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Calma, Leader!


Semana passada, dando umas voltas pelo shopping, cheguei a uma triste conclusão: está ficando cada vez mais complicado. Eu sei que o tempo não pára, mas também não precisa correr, né? No ritmo do spinning então, é sacanagem! Ainda sinto o gosto de salsichão das festas juninas e já é natal na Leader Magazine! Como pode? Está passando tão rápido que me confundo até com a minha idade. Medo!


Só em pensar ter de comprar presentes para todos... Ah, não! Tudo de novo? Mas já? Nem lojinha de R$ 1,99 rola mais. Assim como a nota de R$ 1,00, não existe mais produto "baratinho". Agora só gastando bem ou soltando aquele discurso básico: "Apertou esse ano. Sabe como é, né? Sem trabalho a grana não entra. Mas aceite este cartão, é de coração!".


Boa, heim?! É o mínimo para quem ainda paga prestações de 2007...


Para as pessoas mais descoladas, (tipo eu) fica bem mais fácil inovar. O importante é caprichar na hora de entregar o presente. Um pequeno exemplo:


"Oi amigaaaaaa! Que saudade! Você sabe que eu te amo, né? E como prova, vou te dar um super presente de natal. Sabe todas aquelas músicas que você ama? Eu fiz um CD pra vocêeeeeee. Não é o máximo?! Tem o Bufallo Bill, Calypso, tudo, amiga! Quando ouvir vai lembrar de mim e das nossas farras! Te amo! Bjomeliga".


Tãm, meu bem?! Perfeito, né?


Mas... para quem gosta de bater perna no comércio popular e vai tentar achar alguma "lembrancinha", já vou logo avisando: cuidado com as caixinhas de madeira! Em todo lugar você acha uma. O problema é que ao longo do ano pelo menos uma tia te deu uma de presente e seu armário já está cheio delas. Caixa para remédios, jóias, maquiagem...


Se dermos sorte não ganharemos mais uma caixa de madeira nesse natal. Por outro lado, se criarem uma para acomodar o MP3 pelo menos, acho que vale pela originalidade, né?


Beijocas e Feliz Natal??? Não, não! Tá muito cedo ainda!


quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Funk na van


Na semana passada, ao sair do aniversário de um amigo, estava eu lindamente na Freguesia à espera de uma condução para casa. Tudo normal a não ser pelo fato de no final de semana ter de conviver com a escassez de ônibus nas ruas de Jacarepaguá. Sem titubear optei pelo transporte alternativo. Peguei uma van. Nada demais, concordam? Pois é, eu também achava.


Ambiente agradável, bancos confortáveis, poucas pessoas, bom preço, tudo tranqüilo. Tranqüilo até ... a entrada de dois jovens, no máximo 25 anos. Entraram conversando alegremente. Mas acho que logo pensaram: "temos que chamar atenção!”.


Quando a van estava mais cheia e os amigos bem acomodados, me ajeito no assento, me delicio com a musiquinha de rádio da van, ventinho no rosto... quando de repente, sobe o som: "Buffalo, buffalo, buffalo, bill, bill...".


Como assim???


Era um dos sujeitos ouvindo música no celular. Isso mesmo que vocês leram: ouvindo música SEM FONE! Tipo anos 80, que se andava pelas ruas com microsystem no ombro? Nesse nível. Achei inacreditável. Eu ria, pois realmente não conseguia entender o fato.


Não satisfeitos, com o volume nas alturas e sem nenhuma preocupação com o ouvido alheio, os rapazes iniciam um diálogo com comentários do tipo: "Essa é show, tocou ontem na Via Show, mas escuta essa aqui, é o novo proibidão". "Ih é mesmo, maneira, passa pra mim depois?".


Não sei como pode existir alguém com tamanha cara-de-pau de saber que não está sozinho dentro do seu próprio carro ou que não está ouvindo o seu mp3 com fone.


NÃO! Hoje em dia o cidadão escuta músicas no celular sem fone e dentro da van, cagando para quem não está curtindo.


Eu gosto de funk, nada contra, mas tudo tem hora e lugar. Achei o ó, mas enfim, a viagem foi rápida e logo deixei o local do crime.


Vivendo e aprendendo...

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Dinâmicas de Grupo

Desemprego é um problema. No meu caso maior ainda, pois existe a necessidade básica de se buscar uma nova oportunidade passando por seleções. Quando rola uma entrevista individual, beleza, você consegue falar mais e calmamente. Mas quando a seleção começa com dinâmica de grupo... complica falar de você com 20 pessoas olhando dentro do seu olho, com riso falso e com a perna esticada para você tropeçar e cair.


Detesto ter que explicar minha vida para pessoas que certamente não verei nunca mais. Sem falar que rola uma decepção, pois você é convidado para uma entrevista, se arruma todo e quando chega na salinha do RH descobre que, assim como você, outras pessoas foram enganadas. Na verdade, todos participarão de uma dinâmica de grupo. Aff!!!


Um definição que achei na internet: As dinâmicas de grupo são atividades com objetivo de descontrair, desarmar os candidatos a uma vaga em uma empresa, para que, então, o recrutador possa conhecer melhor os participantes.


Vendo assim parece tranqüilo, mas não é. Por que digo isso? É simples. Na verdade, a dinâmica funciona única e exclusivamente como uma disputa entre pessoas muito boas, fodásticamente boas, os melhores profissionais do mundo, e eu.


Existem os personagens clássicos das dinâmicas. Pense bem e repare quantas vezes você já esbarrou com estas pessoas:


  • A menina que você não consegue tirar o olho, pois não sabe se ela participará de uma seleção ou se está pronta para ser madrinha de casamento. Bem vestida? Nada disso, ela arrasa, ném! Mas para que isso tudo? Cara, nunca perguntei, mas essas peruas estão sempre lá...

  • Temos também o carinha que não tem noção que está prestes a encarar uma entrevista de emprego e está vestido como se estivesse pronto para jogar bola na rua. Tranqüilo, exala até um cheirinho desagradável. Por que se incomodar? Para ele está tudo certo. Boa sorte então, meu chapa!

  • E a “pra frente”? Que acha que está conversando com uma amiga? Tamanha a intimidade, que chama o entrevistador pelo nome e chega a falar: “Então, vê aí no meu currículo o que eu coloquei, mas sabe, tenho muita coisa para te contar”. Tipo super amigos. Quando acaba a dinâmica troca até beijinho de despedida.

  • Existe aquela que sinto até pena, pois faz um esforço danado para puxar sua experiência para a vaga que não tem a menor ligação com a sua formação. “Sou professora de educação física, mas adoro o jornalismo. Me identifico, sabe? Se me der essa oportunidade não vai se arrepender”. Sei...

  • Tem o tipinho que sempre me deixa com a pulga atrás da orelha. A pessoa mais experiente do mundo está na mesma sala que eu! Essa, além de tudo e mais um pouco, só não consegue explicar se é tão, mas tão foda assim, por que está desempregada? O discurso começa assim: “Tenho 24 anos, três graduações e estou terminando minha quarta pós”. Alguns na sala até pegam a bolsa, com vontade de sumir, pensando que a vaga certamente é dela. Outros, disparam um olhar fulminante na figurinha que, totalmente se sentindo, continua: “De quais experiências quer saber: aqui ou no exterior? Fiz faculdade fora, trabalhei e abri uma empresa nos Estados Unidos. No Brasil fui chamada para trabalhar nas melhores multinacionais e sempre me chamam para retornar, mas estou avaliando as oportunidades, pois essa vaga aqui é minha prioridade hoje”. Sei...

  • E claro, sempre tem eu, o tipo normal. Não me incomodo de (ainda) não ser PhD e muito menos de não ter um milhão de experiências. Sou formada em jornalismo, mas não tenho inglês completo. Tenho algumas experiências, mas não em todas as áreas. Sou normal sim, mas tenho minhas qualidades. Graças a Deus!


Se fui aprovada nas dinâmicas? Sim, já aconteceu. Por isso aconselho: dizer a verdade é fundamental. Ter simancol é imprescindível! Entenda que é angustiante ouvir você dividir com pessoas que você não conhece experiências do tipo “caguei”, que são relevantes só pra você. E lembre-se: o entrevistador não é seu amigo, seja objetivo, e você pode sim ter várias coisas para contar, mas me poupe!


quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Muitos shows e pouca grana






Olá, meu amigos!

O segundo semestre de 2008 promete fortes emoções! Pessoas que, assim como eu, têm o gosto musical beeeeem eclético, tendem a sofrer muito com dolorosas escolhas. Passamos algum tempo sem a chuva de boas apresentações em nosso caloroso Rio de Janeiro. Mas, por ironia do destino, tudo quanto é artista resolveu tocar no mesmo período e cobrar muito por isso. Resultado: eu vou, mas não em todos.


Fiz uma listinha dos meus "favoritos", mas acho foda reunir os diversos grupos de amigos em todos. Pensando nisso, divulguei essa lista e quero muito saber quem vai se jogar.


Já adianto que Tim Festival é uma vontade ultra, mas não vai rolar, R$ 250,00 por uma noite? Complica. Gosto muito do Kanye West, mas não vou (eu acho).


No Circo Voador vai rolar Justice, que tô bem fã. Já comprei. Preço especial: R$ 80,00. Não é barato, mas eu acho que vale. Preciso ver como funciona ao vivo.


Madonna, depois de toda a palhaçada na compra dos ingressos, descobri que não serei a única na arquibancada para ver a loira. Que bom. Detesto ir sozinha e ter que dividir sanduíche natural com a caravana de São Paulo. Nada contra os paulistas, mas é um saco aturar piadinhas o tempo todo. Eles falam comigo como se não soubessem que sou carioca. E eu não consigo ser antipática, sempre faço milhões de amizades. Faz parte. Estarei lá, com amigos, paulistas ou mineiros.


Dave Mathews Band? Eis a questão. Um banda incrível. Não conheço uma pessoa que não goste. Na primeira apresentação deles eu não tinha dinheiro. Na segunda, idem. E agora, adivinha? Falta de grana. Mas aí que entra aquela parada: até quando vou ficar sem grana para ver um puta show? Devo arriscar? Acho que sim. Afinal, para que serve o 13º? Acho que vou sim, sozinha ou não. Meu irmão tá pensando se vai...


Tem mais coisa pra rolar ainda, como o R.E.M., por exemplo. Se tocarem na Arena mesmo, posso tentar um desconto pelo HSBC. Até lá, eu penso se vai dar. Por hora, me encontre certamente no dia 26 de setembro, no Circo Voador e dia 14 de dezembro, no Maracanã. No mais, tente marcar pelo menos um “x” nessa lista aí e me avisa para irmos juntos, ok?



Shows para o encontro das massas



Justice - Dia 26/09 - 23h - Circo Voador - R$ 80,00 (Promocional).

Dave Mathews Band - Dia 30/09 - 21h30 - Vivo Rio - R$ 240,00.

Kanye West - Dia 24/10 - 21h30 - Marina da Glória - R$ 250,00.

R.E.M. - Dia 08/11 - HSBC Arena.

Bloc Party - Dia 10/11 - 23h - Circo Voador - R$ 60,00 (Promocional).

Madeleine Peyroux - Dia 30/11 - 20h - Vivo Rio - R$ 240,00.

Madonna - Dias 14/12 e 15/12 - 20h - Maracanã - R$ 180,00 a R$ 600,00.


Beijos sonoros!


quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Um passeio pela MPB


A dica da vez é musical. Comprei ontem nas Lojas Americanas do Rio Sul o DVD Jobim, Vinícius & Toquinho com Miucha – Musicalmente. O preço? Apenas R$ 9,90! Trata-se de um show histórico, gravado na Itália em outubro de 1978. Gente, não tem coisa mais gostosa do que o dvd inteiro.

Eu não lembro de ver Vinícius de Moraes na televisão ou de ouvir discos só dele. Pelo menos não aqui em casa. Só lembro de ouvir que ele morreu, curiosamente, uma semana antes do meu nascimento. Tom Jobim, Toquinho e Miucha eu lembro bem. Muito mais de Tom Jobim. Nessa época até se falava mais em "Bossa Nova", mas tudo é farinha do mesmo saco. Entenda melhor clicando aqui.

Sempre gostei desse tipo de música, mais calma, sem “Créu” no refrão (rs). Como todos sabem, gosto de qualquer tipo de música. Só acho que cada música tem uma hora certa para se ouvir. Para dar uma relaxada, por exemplo, recomendo muito esse dvd. No meu caso, estou ouvindo enquanto escrevo. Adoro.


Todas as músicas são lindas e ver artistas tão completos é maravilhoso. Particularmente duas músicas eu escuto sem parar. Tarde em Itapuã, letra de Toquinho e composição de Toquinho e Vinícius de Moraes. A própria dupla que canta. Uma delícia. É muito interessante, pelo menos para mim, ver Vinícius com toda vitalidade cantando, rindo e brincando. É bem legal. Ouvi essa música inúmeras vezes quando pequena. Na verdade eu cresci ouvindo todas essas músicas, por isso gosto tanto de MPB.


A outra música logicamente tinha que ter Chico Buarque. Adoro. Não só pela beleza, tá? Pois é, eu acho ele lindo sim! (rs). A música é O que Será (À Flor da Pele), letra de Chico Buarque e composição dele e Milton Nascimento. Quem canta é a irmã de Chico, Miucha, na companhia de Toquinho. Bom demais. Música de infância também.


Belas imagens e canções marcantes estão no dvd. Eu amei e recomendo.


Sem perder o clima MPB, algumas músicas que eu gosto demais cato no youtube e salvo para ouvir sempre. O primeiro vídeo é novamente da música O que Será (À Flor da Pele), só que na bela voz de Chico e de Milton Nascimento. Lindo. Detalhe para a semelhança do Chico Buarque com o Marcello Antony. Eu achei idêntico (rs). Veja aqui.


O outro vídeo também é de uma música que está no dvd, Águas de Março. Na minha opinião, essa é a melhor versão. Com Elis Regina e Tom Jobim. Flórida! Veja aqui.


Fechando com chave de ouro a música mais mais dos meus favoritos Bailes da Vida ao vivo com Milton Nascimento. Amo. Veja aqui.


É isso. Post dedicado ao melhor da Música Popular Brasileira, na opinião da Briga! Chique, não?


sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Eu e o Cinema


Não, esse não é um blog de cinema, mas o meu segundo post coincidentemente escrevo para falar de outro filme. Estou quase dando início ao movimento: “Alugue um filme por dia e não se arrependa tanto de não ter ido ao cinema”.

Eu amo cinema, mas na minha atual fase não tenho companhia (solteirice incomoda muito as vezes). Enfim, com vergonha de freqüentar as salas sozinha, estou mais do que nunca vivendo o momento “cliente vip” da Blockbuster.

Ontem aluguei o premiado: Onde os Fracos Não Têm Vez. E puta merda, o filme é espetacular, com cenas ótimas de ação que te prendem do começo ao fim. Mas, como geralmente quem sempre ganha indicações demais não agrada a todos, eis que chego ao final do filme com vontade de quebrar uma xícara na tela da televisão de raiva. Não gostei do final.

Um ótimo filme mas que logo quando acaba, você pensa: “Puta merda, que final bosta, não teve graça”. Minutos depois porém, você analisa tudo e entende diversas mensagens, mas a que mais me chamou atenção, curiosamente, é a fuga do clichê de que o bem sempre vence o mal.

Sou leiga para falar e não posso explicar demais para não tirar a graça (para quem ainda não viu), mas depois que você saca a parada toda, aí você muda o pensamento para: “Ah tá, é legal sim. O cara é o cara e pronto. Sinistro, heim? Mas é foda. Agora eu entendi”.

Clique aqui para ver o Trailer


É gente, eu sou assim. Preciso pensar o filme depois que vejo, se rolar um debate então, melhor ainda. Dificilmente pesco tudo na hora. Acho que por esse motivo também que não posso ir ao cinema sozinha, pois quando isso acontece, muitas perguntas ficam sem respostas (rs).

Tá bom, antes das piadinhas eu já respondo: eu entendi Sexto Sentido, ok? Mas não, ainda não assisti Cidade dos Sonhos, de David Lynch. Meu irmão já disse que vai gastar no mínimo meia hora tentando me explicar tudo. Quando ele tiver tempo, alugarei...