
Olá!!! Eu sei, eu sei. Passei muito tempo afastada, mas foi por uma boa causa! O mesmo trabalho dos últimos dois anos: BBB! Ser Redatora SMS no site da casa mais vigiada do Brasil me dá muito prazer. De verdade!
Ok, agora que já expliquei o motivo da minha ausência, falemos de outras coisas, certo? Alguma sugestão? Alguém? Alguém?
Posso falar da minha experiência traumática no Hopi-Hari. Tudo bem para vocês? O bom é que serve de aviso!
Última semana de trabalho, pensamos: “vamos viajar?”. Pensamos, pensamos e resolvemos: vamos para Campinas. Nosso destino é o Hopi-Hari! Passagem comprada, hotel reservado e muita, muita disposição. Bom, a aventura começou no taxi no caminho até o aeroporto. O motorista desceu a Linha Amarela a 160 km/h. Cheguei toda cagada! Mas a viagem nem tinha começado ainda. Pegamos o voo, chegamos em Campinas e Uhuuu! Mas, como nem tudo é o que parece, no aeroporto de Campinas compramos passagens rodoviárias. Mais 40 minutos e chegamos!
No Parque? Não, na Rodoviária! De lá, tínhamos que pegar outro ônibus até o Hopi-Hari. Mais 40 minutos de viagem! Só depois descobrimos que do Aeroporto ao parque são apenas 20 minutos! Mas não existe condução que faça esse trajeto. Ok, Ok, ainda estamos no Uhuuu! Chegamos. No inferno? Não, senhora, esse é o Hopi-Hari! Novecentas mil pessoas e filas intermináveis só para entrar. Uhuuu! Ainda tá legal.
Começa nossa aventura: nós entramos! “Vamos na montanha russa!”, estávamos virados e só ela poderia nos acordar. Certo? Sei lá! Só sei que, entre uma hora e meia de fila, a vontade única de ir embora ou de morrer pairava na mente. Nesse intervalo, um rapaz muito simpático nos oferece ingressos para a casa do terror dos caralho a quatro (não lembro o nome) só sei que ele disse que é de arrepiar. Compramos, tudo bem! Quase duas horas depois conseguimos andar na porra da montanha russa! Horrível. Rápida demais, uma mulher estúpida que não sabe comandar o brinquedo, enfim...
Fomos então para o horripilante castelo do terror, ao custo de R$ 7,00!!! Após meia-hora de filas e algumas caminhadas, descobrimos que simplesmente demos dinheiro para vermos três múmias de gesso. Uhuuu? Não, já deu.
Continuamos a andar, andar, filas, filas e mais filas até que resolvemos sair do parque. Queremos nosso hotel, por favor! Ao cruzar as portas, a surpresa! Onde eu pego taxi? “Aqui não passa”. Hum, entendo. Então onde eu pego ônibus? “Lamento, senhora, mas aqui não passa”. Que porra é essa? Lost? Uhuuu de cú é rola! Começa o desespero: mochila nas costas e pé na estrada!
Horas depois de muito sol e caminhada, uma alma generosa se oferece para nos levar até nosso destino ao custo de R$ 70,00!! E chega, né? Nosso passeio foi assim. O que salvou? Presença dos amigos, pois Campinas não tem nada para se fazer. Pena que a Sandy não é nossa amiga...
Moral da história: Nunca, nunca saia do Rio para ir ao Hopi-Hari. Nunca!





